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Noticia - Painel Pneushow: O Raio-X da Reforma de Pneus - Data: 13/05/2014 - Fonte: Primeira Página

Em 2013, o Brasil reformou mais de 16 milhões de pneus, entre recapagens para automóveis e para transportes de carga e passageiros. Só o transporte comercial (carga e de passageiros) consumiu 9 milhões de unidades, o que representou uma economia de R$ 7 bilhões no ano para as empresas do setor. Hoje, quase dois terços dos pneus de caminhões e ônibus que rodam as estradas brasileiras são reformados. 

Estes são apenas alguns dos benefícios que o presidente da Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus (ABR), Roberto de Oliveira, destaca da sua atividade. O Raio-X do segmento de reforma de pneus será apresentado pelo dirigente no Painel Pneushow, no dia 25 de abril. 

Na palestra “O Brasil sem a Reforma de Pneus? Benefícios e Impactos da Reforma no Meio Ambiente e Sustentabilidade do País”, o presidente da ABR discorre também sobre as receitas geradas ao erário público nas três esferas de governo, aspectos sociais da atividade reformadora e questões macroeconômicas.

Outro aspecto a ser destacado é o da sustentabilidade. “Além da economia de petróleo, sem a reforma de pneus seriam jogadas na natureza 1.630 milhões de toneladas métricas cúbicas de CO2”, explica Oliveira. “Nossa atividade não é poluidora. Os resíduos sólidos são reciclados em cargas para o segmento de produtos de borracha; já os pneus inservíveis são destinados para os pontos de coleta que os encaminham para as cimenteiras, para fabricação de solados, na composição de artefatos de borracha e em asfalto ecológico”.

Com 1.257 empresas destinadas à reforma de pneus e a geração de mais de 40 mil postos de trabalho diretos, a atividade encontra-se consolidada no Brasil. Tanto que mais de 90% das bandas pré-moldadas e camelback, bem como a maioria dos insumos para produção destes importantes componentes, são fabricados no País.

Por conta desta independência das importações, o segmento não sofre diretamente com a política cambial. O impacto vem de uma commodity: “A cadeia do setor é baseada no preço do petróleo. Com isso, a variação do preço do barril, bem como a do dólar, afeta o setor”, explica.


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